Vínculos afetivos e adicção às telas

Autores/as

  • Eluza Maria Nardino Enck Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre

DOI:

https://doi.org/10.60106/rsbppa.v25i2.862

Palabras clave:

Angústias primitivas, Ausência física e afetiva, Descomprometimento, Diálogo, Indiferença afetiva, Intimidade, Vínculo afetivo

Resumen

O presente trabalho se propõe a engendrar a construção de uma ideia em que os vínculos afetivos, e como eles se desenvolvem desde o início da vida, são apresentados como a base primeira que dará suporte ao adequado desenvolvimento da criança e do adolescente. O desenvolvimento de uma base segura e a confiante relação entre pais e filhos permitem que os espaços afetivos assim preenchidos diminuam a possibilidade de que outros “objetos” — como as telas, coloquem-se no lugar de, como preenchimentos compensatórios e devastadores. Para isso fui buscar a colaboração de diferentes autores que se dedicaram a aprofundar seus estudos sobre as relações afetivas, sobre o desenvolvimento emocional primitivo.

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Biografía del autor/a

Eluza Maria Nardino Enck, Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre

Membro titular com função didática da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre (SBPdePA), analista de crianças e adolescentes — IPA.

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Publicado

2023-12-19

Cómo citar

Enck, E. M. N. (2023). Vínculos afetivos e adicção às telas. Psicanálise - Revista Da Sociedade Brasileira De Psicanálise De Porto Alegre, 25(2), 49–58. https://doi.org/10.60106/rsbppa.v25i2.862

Número

Sección

Artigos e Ensaios Temáticos – Adicções e Dependências